Domingo, 12 de Março de 2006

As quatro fases dos Protectores de Animais



Um enorme sorriso.jpg



II Fase

O nosso entusiasmo inicial tornou-se amargo. Vemos as mesmas pessoas a abandonar animais. Elas não ouviram a nossa mensagem. Até mesmo os nossos amigos (aqueles que ainda não nos abandonaram) não nos compreendem. Parece que não conseguimos atingir ninguém.
Os animais ainda são maltratados e negligenciados. O sofrimento dos animais continua, apesar de todos os nossos esforços. Perdemos a energia sem fim que tínhamos na fase 1. Não queremos mais falar sobre o trabalho, e nem mesmo admitimos onde trabalhamos. Estamos sempre cansados. Parece que passamos o dia todo na luta em prol aos animais. Quando chegamos em casa fechamos as portas, desligamos a secretária electrónica e fechamos as persianas. Estamos muito exaustos para cozinhar, partimos para fast food, pizza, batatas fritas ou chocolates.
Alguns de nós compram objectos desnecessário que nem sequer podem pagar. Alguns partem para o alcoolismo para tentar afastar o sentimento de desespero.
Ignoramos a nossa família, e até mesmo os nossos próprios animais não têm a atenção devida. Parece até que não temos forças para por em acção nenhuma das mudanças que nos impulsionaram na fase 1. Ficamos horrorizados com o trabalho que fazemos. Até mesmo nossos sonhos são repletos de horrores. Cada animal que resgatamos e sacrificamos é um lembrete de nosso fracasso. De alguma forma nos culpamos por todo este insucesso. Isto destrói-nos!!!
O nosso escudo de defesa torna-se cada vez mais alto, bloqueando a dor e a tristeza. Apenas ele faz com que as nossas vidas se tornem de alguma forma mais toleráveis.
Apenas continuamos porque dentro de nós ainda resta uma fagulha da fogueira de energia da fase 1.



Douglas Fakkema


publicado por claudiapcs às 23:12
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Quinta-feira, 2 de Março de 2006

As quatro fases dos Protectores de Animais



raposinha.jpg


I Fase

"Determinados, estamos decididos a mudar o mundo. Sabemos que podemos fazer diferença, que os nossos esforços em favor dos animais vão aliviar as suas difíceis condições. Trabalhamos o que parecem ser 25 horas por dia e ainda assim estamos com energia. Os nossos entusiasmos ultrapassam os limites, a nossa capacidade de aceitar desafios é infinita!
Comemos, dormimos e vivemos para a causa animal. Os nossos amigos não entendem a nossa obsessão e afastam-se ou simplesmente vão embora, ou nós os abandonamos, pois encontramos novos amigos. Alguns, contudo, não fazem novos amigos, estão muito ocupados a trabalhar na causa animal.
Alguns de nós tornam-se solitários, apenas a companhia dos nossos cães e gatos nos separam da total isolação. Todavia estamos satisfeitos porque trabalhamos para uma causa. Em nosso entusiasmo, tentamos encontrar soluções simples para problemas complexos - Todos os animais devem ser castrados - Nenhum animal deve ser sacrificado!
Estamos sempre atrasados porque tentamos resgatar animais das estradas e ruas. Achamos que entendemos o problema e sabemos que podemos solucioná-lo se as pessoas saírem do nosso caminho."



Douglas Fakkema

publicado por claudiapcs às 22:39
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